Ser Para Servir

SER PARA SERVIR

Muitas pessoas desejam realizar o serviço ministerial, mas se esquecem que primeiramente é necessario desenvolver um caráter biblicamente aprovado

Parabola dos Talentos

INTRODUÇÃO

Eu gosto muito da padaria próxima a minha casa. Quando passo por um problema de saúde vou ao Clinico Geral Shimizu. Se o caso for mais grave vou para o Hospital Kosei. Para comprar roupas gosto da loja masculina Aoyama, pelo corte e pela qualidade dos artigos com bom preço. Aprecio ainda os serviços do 7Eleven, Banco UFJ, tipos específicos de sapato, de roupa, de gêneros literários, de WebSites, etc.

O que me leva a adotar tais escolhas? Sou livre para todas elas, mas qual é o fator decisivo? Provavelmente é a qualidade do serviço prestado para mim. Por trás da qualidade existe o conhecimento do fazer as coisas que todos fazem, mas de um modo diferenciado; de uma maneira que agrada.

Eis-me Aqui

Os profissionais que prestam serviços a sociedade são bem sucedidos quando estão bem preparados para satisfazer as necessidades e expectativas das pessoas. Para um bom preparo é necessário amor pelo que se faz e dedicação.

Compreendemos então que a qualidade do profissional é mais importante que executar um determinado tipo de tarefa. Alguém especialmente qualificado realiza tarefas de um modo especial. É o que qualificamos de BOM SERVIÇO! Este tema está na trama deste texto.

As duas parábolas deste capítulo são consideradas complementares. O centro da Parábola das 10 Virgens é a vigilância e a preparação de um caráter interno aprovado. Na Parábola dos Talentos Jesus une essa necessidade a prática externa; atitudes concretas de fidelidade (boa administração).

Servir2

Estas parábolas foram transmitidas no Monte das Oliveiras, dois dias antes de ser crucificado (26.1). Elas fazem parte de um conjunto de instruções finais antes de Sua partida. Jesus não estaria mais presente entre eles. Vejamos a interpretação das figuras:

  •  O senhor rico a quem os servos se referiam como Senhor é o Filho do Homem, o Senhor Jesus Cristo.
  • A viagem para um país distante se refere a sua partida ao céu, após sua ascensão.
  • Os servos administradores em primeira instância são os discípulos e também a todos os que são nascidos de novo.
  • Os talentos são as riquezas de Cristo.
  • O senhor estar ausente sugere o fato de Cristo não estar mais visivelmente na Terra e a sua volta a Segunda Vinda.
  • As negociações empreendidas pelos servos na ausência do Senhor revelam o uso fiel que o povo de Deus deveria fazer de todos os dons espirituais, habilidades naturais, oportunidades e recursos que o Senhor conferiu a cada um.
  • Os elogios são os galardões que podemos esperar no Tribunal de Cristo, quando nossas obras a seu serviço serão recompensadas.
  • A condenação demonstra a diferença entre o fiel e o infiel; a recompensa da diligencia e a condenação da improdutividade.
  • A tragédia nesta narrativa é que o homem com apenas um talento não o negociou nem o multiplicou. Em vez disso cavou um buraco e o escondeu.
  • Algumas pessoas não usam os dons, habilidades, recursos e oportunidades que o Senhor lhes concede, mas também tem medo de perder. Contudo, o texto nos ensina que tudo o que é utilizado não se perde, porém se multiplica.
  • Nesta parábola ainda os servos receberam uma quantidade diferente de talentos, de acordo com sua capacidade pessoal. O Senhor não nos sobrecarrega com serviços que não temos condição para realizar.

Trabalhar para Deus é muito bom, mas além de tudo isso, o texto nos ensina que trabalho por si somente não é essência da vida cristã. O serviço excelente, que promove elogios, é consequência de um preparo dedicado e um caráter biblicamente qualificado e aprovado.

Carater Aprovado

O Bom Caráter Precede o Bom Serviço

Vamos extrair do texto a relação entre o ser e o fazer

TÓPICOS

A) Servo bom (25.21)

A base para toda boa ação é ser bom diante de Deus. Nós não temos justiça própria. Sem Deus nada podemos fazer. Não há nada que possamos fazer na carne que satisfaça a Deus. Desta forma, como podemos ser bons diante de Deus?

  • Somos bons porque nos apropriamos da justiça de Jesus.
  • Somos bons porque o Espírito Santo tem espaço para operar em nós uma mudança de caráter.
  • Somos bons porque somos pecadores arrependidos.
  • Somos bons porque amamos a justiça de Deus e não a impiedade.
  • Somos bons porque muitas vezes condenamos nossas próprias ações e clamamos por libertação.
  • Somos bons porque desejamos ardentemente agradar a Deus acima de todas as coisas, a despeito de nossa imperfeição.
  • Somos bons porque somos obedientes e procuramos nos preparar para sermos usados por Deus em toda boa obra (ajustar a vida e estar disponível).

Em Cristo podemos não viver pecando. Podemos ser libertos do poder do pecado. Podemos fazer a vontade de Deus na nossa carne. Em Cristo podemos ser bons diante de Deus!

Mostra-me tuas Mãos

B) Servo fiel (25.21)

A fidelidade é o produto da relação entre dois fatores; bom caráter e tempo. Um provérbio popular diz; com o tempo tudo passa. A erosão decompõe, a ferrugem corrói, a memória se apaga, o sentimento se arrefece.

Contudo aquele que é nascido de Deus começa a experimentar um pouco da eternidade aqui mesmo nesta vida. Compreende que existem responsabilidades que não se apagam com o tempo. Também começa a provar benefícios que perduraram e superam a ordem natural das coisas.

Uma dívida no comércio pode ser cancelada depois de muitos anos de inadimplência, mas o pecado cometido não é apagado com o tempo. O único pecado apagado é o pecado perdoado. O tempo não transforma a propriedade e as consequências do pecado.

Na perspectiva dos benefícios passamos a provar o amor que não se apaga, a alegria que perdura, a paz que transcende a razão e a possibilidade de nos tornarmos melhores a despeito do mundo corrupto que nos cerca.

O caráter aprovado é aquele que não se corrompe com o ambiente, circunstancias ou com a ação do tempo. O caráter aprovado está em constante transformação; sempre melhor.

Fidelidade é a capacidade de manter e melhorar o bom caráter mesmo quando tudo coopera para piorarmos. Quanto maior a pressão negativa, maior é a fidelidade expressa.

Fidelidade é a capacidade de andar sozinho com Deus (autonomia) sem se corromper e ainda influenciar os outros a fazerem o que é certo. A fidelidade não é provada enquanto a pessoa está sob a tutela de outros ou em um ambiente hermeticamente protegido de tentações. Nesta perspectiva, compreendemos por analogia a diferença entre um aparelho eletrônico que precisa estar ligado à tomada e veículos que possuem autonomia (combustível próprio).

Autonomia

C) Ser servo (25.21)

Servir é executar trabalhos ministeriais para Deus na Terra. O serviço a Deus deve ser precedido pelo bom caráter e pela fidelidade. De acordo com o texto o que produziu aprovação não foi o serviço somente, mas principalmente o ser bom e fiel. No texto de Mt 7.22-23 haverão aqueles que dirão:

Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres? Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!

Aqui podemos compreender com maior clareza que a aprovação de Deus é fruto do caráter do cristão. Podemos fazer muitas coisas em nome do Senhor, mas se continuarmos a praticar o mal em oculto não seremos aceitos diante de Deus.

Como podemos então servir a Deus?

Podemos servir a Deus com nosso testemunho de conversão (exemplo do endemoninhado gadareno); o novo nascimento nos qualifica a sermos testemunhas da obra transformadora de Jesus.

Podemos servir a Deus com nossos bens para sustentar a obra de Deus; melhor coisa é dar do que receber. A capacidade para doar tempo e dinheiro vem de um coração generoso que entendeu que os recursos deste mundo são palha (serão queimados no dia do juízo) e servirão apenas para provar nossa dedicação e prioridades (amar a Deus sobre tudo, amar ao próximo, facilitar a obra de propagação do evangelho, investir em salvação). Ele entende que tudo o que passar disso vai queimar e não vai valer de nada.

Podemos servir a Deus servindo aos santos; a semelhança das mulheres que seguiam a Jesus, dos primeiros diáconos da Igreja, daqueles que socorriam os necessitados. É a capacidade de chorar com os que choram e se alegrar, genuinamente, com os que se alegram. É saber preparar o palco para que outros possam atuar com sucesso. É ser coluna, estrutura e não se preocupar com evidência. É ajudar as pessoas a permanecerem firmes na fé, aconselhando, amparando, facilitando, sustentando, promovendo unidade e fortalecimento da comunhão.

Dependencia

Podemos servir a Deus com dons espirituais (I Co 12.7-11)

  • Palavra de sabedoria: ter a direção revelada de Deus
  • Palavra de conhecimento: revelação do oculto (passado, presente, futuro)
  • Fé: para coisas impossíveis
  • Dons de curar
  • Operação de milagres
  • Profecia: pregação bíblica penetrante
  • Discernimento de espíritos: qual espírito está em operação
  • Variedade de línguas
  • Interpretação de línguas

Podemos servir a Deus com dons ministeriais (Ef 4.10-16)

  • Apóstolos (apostello / enviado): Muito embora o termo apóstolo na Bíblia seja empregado para referir-se às testemunhas oculares de Jesus, encontramos esta função nos atuais missionários. Neste concentram-se grande variedade de capacitações naturais e espirituais para a implantação de campos.
  • Profetas (prophetes / proclamador): Sugere aquele que proclama de antemão. É aquele que anuncia a Palavra de Deus com uso da capacidade natural para conhecimento profundo das Escrituras aliado a Palavra de Sabedoria e da Palavra de Conhecimento.
  • Evangelistas (evangelizomai / mensageiro): O centro da pregação do evangelista é o anúncio da salvação única e exclusivamente pela obra de Cristo, incluindo todas as promessas que trazem alegria, consolo, conforto e paz para àqueles que estão atribulados, atormentados e aflitos.
  • Pastores (poimen / pastor de rebanho, boiadeiro): A função do pastor é cuidar do rebanho para Cristo, ensinando-o, disciplinando-o, alimentando-o, por vezes domando e tratando de suas necessidades.
  • Doutores (didaskalos / professor, instrutor, tutor): Todos aqueles que se dedicam com regularidade à transmissão sistemática de conhecimento ou perícias técnicas. Aquele que ensina outros a exercerem suas profissões ou funções.

O serviço a Deus com dons ministeriais segue os critérios de:

  • I Tm 3.10: ser experimentado e se for considerado irrepreensível poderá servir.
  • I Tm 5.22: não consagrar ninguém ao ministério de forma precipitada, sem prova, sem período experimental, sem um bom caráter e sem provas claras de fidelidade.

Recompensa

CONCLUSÃO

Fiel sobre pouco (25.21)

Vale a pena ser bom, ser fiel e servir a Deus neste mundo. Por maior que seja o preço a ser pago, por mais renunciemos nossa vontade, tudo isso é pouco comparado com o que haveremos de receber das mãos do Senhor.

O texto nos diz que tudo isso é pouco (25.21). Pela transitoriedade desta vida, recursos e bens é que Jesus considera toda riqueza do mundo como pouco.

Podemos conquistar o mundo inteiro e nada disso vai impressionar a Jesus. Ele vai querer é saber como nós aplicamos seus recursos em nossas mãos.

Os recursos deste mundo se resumem em uma única finalidade; provar que fomos bons administradores dos recursos do Reino de Deus, promovendo conversão de almas, cura espiritual, salvação, transformação, propagação das Boas Novas do Reino de Deus e adoração ao nosso Senhor!

Estes recursos vão queimar como palha (I Co 3.13-15). Somente vai restar o que foi semeado para a vida eterna. O dinheiro vai ficar, as propriedades vão ficar, os bens materiais vão ficar.

Aqueles que forem fiéis no pouco serão colocados sobre as riquezas eternas de Deus para administrá-las. O que então receberemos?

As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.
I Coríntios 2.9

Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé.
Hebreus 12.1-2

Pr.Luís Kendji Gemir Yasumura

Geografia Bíblica

Geografia Bíblica

Seminário Presbiteriano Renovado no Japão

Gostaria de lhes comunicar que no próximo dia 11 de junho iniciaremos uma nova matéria (Geografia Bíblica) com o Pr.Ivailton Soares. Como o curso é no sistema EAD modular, todos aqueles que desejarem se matricular, o poderão fazer em qualquer momento do percurso. Por isso convidamos a todos os que estiverem interessados.

O curso tem oferecido um excelente conteúdo como horário flexivel de estudos, facilitando a participação de todos, principalmente àqueles que simultaneamente a vida acadêmica, trabalham.

Aguardamos vossa participação.

Abraço missionário. Cordialmente em Cristo!

Pr.Kendji

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento,
guardará osvossoscorações e osvossos sentimentos em Cristo Jesus.
Filipenses 4.7

Sete Igrejas do Apocalipse

Mensagem do Domingo da Igreja Perseguida (DIP)

Sunday of the Persecuted Church Message

Vista panorâmica de Esmirna (atual Izmir), terceira maior cidade da Turquia

CARTA A IGREJA DE ESMIRNA

LETTER TO CHURCH IN SMYRNA

Mensagem em Vídeo na WebTV / Link

Fotos do Culto no Facebook

Introdução

Se Jesus voltasse hoje, haveria algo que poderia nos impedir de herdar a salvação? Como devemos compreender o estar preparado?

As sete igrejas em Apocalipse falam da plenitude da Igreja em todos os lugares e em todas as épocas. O que Jesus aprova, desaprova e o desafio de mudanças enquanto há tempo.

Este entendimento lança luz sobre o modo como vivenciamos a fé em Jesus, e o estilo de vida que Ele espera de nós como indivíduos, como comunidade local e como o Seu Corpo.

Quanto ao objetivo, encontramos três aplicações para estas cartas.

  • Para as igrejas que existiram na Ásia Menor, nas quais imperavam as condições descritas, historicamente orientadas para as coisas que são (1.19), conforme o ponto de vista do autor sagrado;
  • Visão profética quanto a sete estágios da história da Igreja desde a primeira vinda de Jesus até o seu retorno conforme segue:
  • Éfeso (Século I); a igreja apostólica.
  • Esmirna (Século II e III); a igreja perseguida.
  • Pérgamo (312 a 500 d.C.); a igreja sob o favor imperial
  • Tiatira (Século V a XVI); a Igreja na idade das trevas.
  • Sardes (Séculos XVI a XVIII); a igreja da Reforma e da Renascença.
  • Filadélfia (Século XIX e meados do Século XX); a igreja das missões modernas.
  • Laodicéia; a igreja dos tempos do fim, até o retorno de Cristo
  • Representação das condições morais que caracterizam a igreja em qualquer de suas épocas e comunidades locais, desligadas do aspecto temporal. São instruções tanto para indivíduos como para a coletividade.

Elucidação

Já estudamos sobre a Igreja de Éfeso e de Filadélfia. Hoje falaremos sobre a Igreja de Esmirna. Historicamente, a Igreja de Esmirna sofreu forte perseguição. Como estágio profético da História da Igreja, seus dez dias de martírio estão relacionados aos dez anos da perseguição mais intensa já sofrida em toda história do cristianismo. Como palavra profética, que transcende o aspecto temporal, está relacionada a perseguição que os cristãos sofrem em todos os tempos por amor ao nome de Jesus.

Mesquita em Izmir e localização das Sete Igrejas da Ásia

Proposição

Por meio da Igreja de Esmirna podemos ver o sofrimento da

Igreja Perseguida dos nossos dias

Vejamos nesta mensagem os aspectos da perseguição aos cristãos

Tópicos

A)-Perseguição político-social (pobres, mas ricos / vs.9)

O texto diz que eles eram pobres. O que ocasionou esta dificuldade? Provavelmente era uma igreja composta de pessoas desprivilegiadas, mas outros fatores até hoje contribuem para o empobrecimento dos cristãos sob regimes opressores.

  • Perda dos direitos trabalhistas;
  • Perda dos direitos políticos;
  • Perda do acesso a educação e saúde;
  • Desclassificação social (classe alta, média, baixa, mas índio é índio);
  • Sentenciados criminosos (sem direito de julgamento);
  • São pobres diante dos padrões humanos, mas ricos diante de Deus. Serão mortos, mas reviverão, não sofrerão de modo algum o dano da segunda morte (já foram julgados justos diante de Deus).

B)-Discriminação (perseguidos pelos judeus / vs.9)

  • Discriminação que sofriam na perseguição
  • Raça ariana / tese da raça superior, darwinismo social.
  • Segregação racial / Discriminação de estrangeiros.
  • Ocasiona a dominação econômica (povo subjugado).
  • Discriminação econômica (pobres, ignorantes, sujos, doentes)
  • Os judeus consideravam que estes não eram o povo escolhido por Deus.
  • Contudo, Jesus se identifica pessoalmente com seus irmãos que sofrem a discriminação (fruto de perseguição ou não), e que são fracos diante dos homens (Mt 25.41-45).
  • Aqueles que sofrem perseguição por causa do nome de Jesus já possuem o Reino dos céus (Mt 5.10).
  • Aqueles que nesta terra, não são julgados justamente, serão satisfeitos por Deus (Mt 5.6).

C)-Batalha Espiritual (o diabo vos lançará na prisão / vs.10)

  • Nossa luta não é contra carne ou sangue. O próprio adversário é que se levanta contra a Igreja para persegui-la.
  • Ele está por trás de todos os governos opressores (vs.10 / poder de sentenciar como criminosos).Ele é quem trás tribulação ao povo de Deus.
  • Ele produz a perseguição religiosa (sinagoga de Satanás)
  • Ele produz perseguição político-social (lança na prisão).
  • Aqueles que são perseguidos já estão justificados. Aqueles que agem em conformidade com os desígnios do diabo estão sob condenação.

D)-O Caráter da Perseguição (postos a prova / vs.10)

  • Os sofrimentos foram uma provação sob a permissão de Deus. Nada foge ao controle do Senhor. Ele não apenas sabe o que vai acontecer; a verdade é que não cai nenhum fio da nossa cabeça que não seja por permissão de Deus.
  • Ele mesmo fortalece aqueles que sofrem perseguição para que tenham condições de suportar (quando sou fraco ai então sou forte / II Co 12.10)
  • Paulo sofreu todos estes tipos de perseguição, mas declarou que nada poderia separá-lo do amor de Deus em Cristo Jesus.
  • Por contraste, observamos o quanto a fé de muitos cristãos tem se enfraquecido. Por coisas pequenas se desviam do caminho da salvação e deixam o Senhor.
  • A perseguição é repugnante, conseqüência do pecado, não é desejável a ninguém, mas quando o Senhor permite tal provação, Ele fortalece e espera que seus filhos sejam fieis até o fim.
  • O prêmio é a coroa da vida e um grande galardão nos céus (Mt 5.12). Muitos herdarão a vida eterna, mas estes terão um grande galardão.

Conclusão

  • A perseguição religiosa sempre existiu e sempre vai existir. O diabo persegue aqueles que ensinam a verdade. Os filhos de Deus são perseguidos, mas não perseguem a ninguém. Os filhos das trevas perseguem e (na maioria dos casos) não são perseguidos.
  • (II Co 8.13-15). A nossa abundância presente deve ser para suprir a falta de outros e vice-versa, para todos tenhamos igualdade.
  • A distância geográfica não justifica a indiferença.
  • A liberdade religiosa que usufruímos deve ser para trabalhar em prol de nossos irmãos que são perseguidos (oração, contribuição).
  • Historicamente a Igreja de Esmirna já não mais existe. Como estágio profético da História da Igreja, este tempo de perseguição generalizada passou (mas pode voltar). Contudo ainda há uma grande parte de nossos irmãos que sofrem por amor de Jesus. Eles precisam da nossa intercessão e contribuição.
  • Estes campos precisam de missionários para cuidar dos rebanhos e de agências missionárias que os sustente nas suas necessidades.
  • Os governos opressores precisam parar a perseguição, as igrejas precisam sobreviver e crescer, o adversário precisa perder as forças!
  • E se nós mesmos viéssemos a sofrer tal perseguição? Nossas famílias, filhos? Já nos colocamos no lugar destes?
  • Estaríamos determinados a confessar o nome de Jesus até o fim também? Ou apenas o início das dores (ou nossos problemas comuns) seria suficiente para apagar a chama da fé?
  • Nossos irmãos precisam da ação da Igreja e dos milagres de Deus! A Igreja precisa orar para ajuda mútua e para não cair em tentação!

Link do DIP (Missão Portas Abertas)

Site da Missão Portas Abertas Brasil

Palestra Sobre Filhos de Terceira Cultura

Feliz Ano Novo!

Após a XVI Conferência de Avivamento e Missões teremos o privilégio da presença do Pr.Hairton de Carvalho Gonçalves Jr. (Mispa). Dentre os estudos a serem apresentados nas igrejas desta denominação, um deles é de grande utilidade para todos nós estrangeiros, que educamos nossos filhos em uma cultura diferente da nossa; Filhos de Terceira Cultura.

Uma matéria completa foi apresentada no site Portal Web News (LEIA). Publicação no Facebook (AQUI).

Esta palestra será ministrada no próximo domingo, dia 15 de janeiro de 2012. No período da manhã teremos uma mensagem bíblica reflexiva e após o almoço, no período da tarde o tema acima será tratado, com tempo para perguntas e respostas.

Maiores informações ligue (090-4719 7682)

Esta é uma grande oportunidade para aperfeiçoarmos nosso conhecimento acerca do grande desafio de educar nossos filhos no exterior.

Convide seus amigos e conhecidos. Aguardamos sua presença!

Pr.Luís Kendji / IPRJ de Anjo